Essa é uma pergunta que divide os profissionais.
Na opinião de Lara Field, especialista em doença celíaca do Centro de Doença Celíaca da Universidade de Chicago (EUA), a substância é prejudicial mesmo para quem não tem a doença. “Boa parte das pessoas no mundo apresenta algum tipo de sensibilidade ao glúten”, afirma. A nutróloga Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro, também acredita que retirar o glúten da alimentação aumenta a qualidade de vida tanto dos celíacos como daqueles que não sofrem com o problema. “Cerca de 80% dos americanos (e provavelmente brasileiros, franceses ou japoneses) têm o gene para sensibilidade ao glúten, que pode aparecer em diversos graus, do mais leve ao intenso, e em qualquer época de nossa vida”, explica Tamara. Mas nem todos os especialistas concordam com esse ponto de vista. “Não existem evidências científicas fortes para dar suporte à teoria de que evitar glúten faz bem à saúde”, afirma a americana Tricia Thompson, pesquisadora e consultora de nutrição especialista em doença celíaca e autora do livro The Gluten-Free Nutrition Guide (Guia da Nutrição Livre de Glúten). A nutricionista Vanderlí Marchiori, secretária-geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, também não é a favor da exclusão da substância para pessoas que não têm a doença. “O glúten é uma fração proteica de alguns cereais que oferecem muitos outros nutrientes, como fibras e vitaminas – principalmente do complexo B, portanto, não deve ser banido da alimentação sem que haja uma necessidade real.”
Fonte: menshealth.abril.com.br
domingo, 23 de março de 2014
Opção de Lanche: Barrinhas Love
Pra quem não conhece, estas são as barrinhas LOVE da Hart's, um docinho feito de frutas, castanhas e sementes. Tudo integral 100% natural, livre de conservantes, SEM GLÚTEN e interessante que eles usam a tâmara como ingrediente de destaque para oferecer um sabor doce que venha da natureza, ou seja, nada de açúcar refinado ou artificial.
Elas são cheias de fibras e minerais, como: ferro, potássio e magnésio e são combinadas com castanha do Pará, chia, coco, amendoim ou chocolate 70% cacau, dependendo do sabor.
Custam em torno de R$ 3,00 e são ótimas como opção de lanche para levar na bolsa.
Estas comprei na @pontonaturalrecife
Elas são cheias de fibras e minerais, como: ferro, potássio e magnésio e são combinadas com castanha do Pará, chia, coco, amendoim ou chocolate 70% cacau, dependendo do sabor.
Custam em torno de R$ 3,00 e são ótimas como opção de lanche para levar na bolsa.
Estas comprei na @pontonaturalrecife
Jantar Saudável
Jantar saudável livre de glúten e lactose.
Inhame com frango picadinho temperado com alho, cebola, tomate, cheiro verde, mostarda, sal, chia e refogado no azeite.
Inhame com frango picadinho temperado com alho, cebola, tomate, cheiro verde, mostarda, sal, chia e refogado no azeite.
Opção de lanche: Smoothies
Gostei muito do sabor e das características deste produto!
Muito bom!
Custa aproximadamente R$4,00 a R$6,00 e tem apenas 90g, ou seja, quando você menos espera já acabou!! Deixando o gostinho de quero mais...
Esse dai é um mix de uva, maçã e framboesa.
Tem também de frutas tropicais e chia, maçã e morango e maçã e banana
Muito bom!
Custa aproximadamente R$4,00 a R$6,00 e tem apenas 90g, ou seja, quando você menos espera já acabou!! Deixando o gostinho de quero mais...
Esse dai é um mix de uva, maçã e framboesa.
Tem também de frutas tropicais e chia, maçã e morango e maçã e banana
Reiceita: Panquecas com atum
Panquecas recheadas com atum
Massa:
1 cp polvilho doce
1 cp fécula de batata
1 cp leite desnatado
1 cc chia
2 ovos
Sal a gosto
Recheio:
1 lata de atum em pedaços
1cs mostarda
1 dente de alho amassado
1cs azeita extra virgem
Meio tomate picadinho
Meia cebola ralada
Ervilhas e milho (opcional)
Refogue tudo numa frigideira e separe
Misture bem todos os ingredientes da massa, deixe dourar os dois lados numa frigideira em fogo baixo, enrole com o recheio e sirva.
Rende 6 unidades
Massa:
1 cp polvilho doce
1 cp fécula de batata
1 cp leite desnatado
1 cc chia
2 ovos
Sal a gosto
Recheio:
1 lata de atum em pedaços
1cs mostarda
1 dente de alho amassado
1cs azeita extra virgem
Meio tomate picadinho
Meia cebola ralada
Ervilhas e milho (opcional)
Refogue tudo numa frigideira e separe
Misture bem todos os ingredientes da massa, deixe dourar os dois lados numa frigideira em fogo baixo, enrole com o recheio e sirva.
Rende 6 unidades
Como a Doença Celíaca foi descoberta
Lendo sobre o assunto, encontrei este trecho e achei interessante repassar pra vocês!
"A doença celíaca foi descoberta em 1888 pelo pediatra britânico Samuel Gee, mas apenas no decorrer da década de 1940 o glúten foi reconhecido como o vilão causador do transtorno. Durante os períodos de escassez alimentar da guerra, o médico holandês Willem Karel Dicke notou que a falta de pães e de produtos à base de trigo reduziam o número de casos, e acabou relacionando a proteína à doença. Dicke criaria, ainda no começo de 1950, a primeira dieta livre de glúten para pacientes com doença celíaca – que permanece sendo o único tratamento disponível até hoje. De lá para cá, alguns passos importantes foram dados para o controle do problema, como a definição dos sintomas (diarreia crônica, inchaço do abdome, anemia e vômitos) e a indicação de um tratamento alimentar. Mas, mesmo que seja um mal conhecido, estudado, com tratamento e exames para diagnóstico estabelecidos, a doença celíaca persiste silenciosa e subdiagnosticada em muitos pacientes."
Fonte: veja.abril.com.br
"A doença celíaca foi descoberta em 1888 pelo pediatra britânico Samuel Gee, mas apenas no decorrer da década de 1940 o glúten foi reconhecido como o vilão causador do transtorno. Durante os períodos de escassez alimentar da guerra, o médico holandês Willem Karel Dicke notou que a falta de pães e de produtos à base de trigo reduziam o número de casos, e acabou relacionando a proteína à doença. Dicke criaria, ainda no começo de 1950, a primeira dieta livre de glúten para pacientes com doença celíaca – que permanece sendo o único tratamento disponível até hoje. De lá para cá, alguns passos importantes foram dados para o controle do problema, como a definição dos sintomas (diarreia crônica, inchaço do abdome, anemia e vômitos) e a indicação de um tratamento alimentar. Mas, mesmo que seja um mal conhecido, estudado, com tratamento e exames para diagnóstico estabelecidos, a doença celíaca persiste silenciosa e subdiagnosticada em muitos pacientes."
Fonte: veja.abril.com.br
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